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A criança só obedece ao pai… (ou vice-versa)

A criança só obedece ao pai… (ou vice-versa)

 

Uma criança só obedece ao pai, nem liga quando a mãe determina algo (ou vice-versa). Como agir?

A resposta é essa mesma, é preciso agir. Um dos dois está sendo fraco, ou omisso e não está assumindo suas responsabilidades na educação do filho. Desta forma a carga fica dobrada para o outro. O casal deve conversar e combinar quais os princípios de educação que vão seguir. Os quais ambos vão ter a responsabilidade de implantar.

Hoje em dia, é muito comum que a criança não obedeça nenhum dos dois, já que ambos se omitem… O resultado, filhos mal-educados!

No caso de pais separados, deve-se agir de forma diferente?

Não. Famílias chefiadas por apenas pai ou mãe são freqüentes nos dias de hoje. Embora as separações possam trazer sofrimentos e dificuldades adicionais em várias áreas (como econômica ou psicológica, por exemplo), os princípios gerais da boa educação não mudam.

A Educação Infantil não é um sofrimento para as crianças pequenas é o alicerce da vida adulta

A Educação Infantil não é um sofrimento para as crianças pequenas é o alicerce da vida adulta

Para muitos familiares parece cedo demais colocar as crianças na escola, porém isto não precisa ser encarado com todo este sofrimento. Para os pequenos, o acesso e o convívio com outras crianças e entre elas e os adultos favorece o seu desenvolvimento bio-psico-social, por que são nas interações que as crianças ampliam, diversificam e sistematizam sua relação com o mundo. Por meio destas relações vão sendo estimuladas a pensarem, sentirem e agirem em um mundo que não é só o dela, mas também, de outras crianças.
Elas brincam, aprendem a cantar, a dançar, a desenhar, a usar o próprio talher para comer, a ir ao banheiro, enfim uma série de situações que muitas vezes em casa no convívio somente com adultos estas aprendizagens não acontece. Elas precisam aprender a repartir, a dividir, a ver o outro, ou seja, precisam aprender a conviver. Precisam desenvolver o seu processo cognitivo e o seu afetivo.
Elas precisam aprender que a professora também tem outras crianças e que todas precisam saber esperar para falar em grupo, precisam aprender a usar e guardar o seu material e o material de uso coletivo.
Muitas vezes, as crianças em casa com os familiares não possuem todo este aprendizado, então colocar as crianças na Educação Infantil não pode ser considerado um sofrimento para os adultos. Tente ver de outra forma a inserção dos pequenos na instituição de ensino em lugar de sofrimento a alegria de ver seu(ua) pequeno(a) crescer de forma saudável e com alicerce para a vida adulta.
Quando adulto saberá conviver, pois aprendeu quanto pequeno a ouvir, falar e ver a opinião do outro. Não vivemos sozinhos, isolados em uma ilha deserta, estamos a todo o momento com outras pessoas no trabalho, no restaurante, no shopping, na praia, enfim em todos os lugares. E saber conviver é um aprendizado, talvez um dos mais importantes e difíceis na vida. Pois saber conviver e respeitar o outro se aprende nas relações quando pequenos. A Educação Infantil, portanto, é muito importante para que a criança aprenda a conviver de forma equilibrada consigo mesma e com os outros. Neste sentido, colocar seu pequeno na instituição deve ser um momento de comemoração, de alegria e não de sofrimento.

Limites para uso da Internet

Limites para uso da Internet

O mundo virtual também precisa de limites

A Internet é um local onde as crianças encontram ampla oportunidade educacional, pesquisam os mais diversos assuntos, entram em contato com as diversidades do mundo, se divertem ou simplesmente relaxam. O que os pais precisam saber é que igual ao mundo real, no virtual também existem perigos para a criançada.

Crianças não têm capacidade de julgar o suficiente para determinar o que é bom ou ruim para elas e são facilmente enganadas por informações ou pessoas falsas, passando seus dados pessoais via Internet. O vício pela Internet interfere diretamente naquilo que os avós e pais certamente tiveram na infância: a liberdade para brincar nas ruas e fazer amizades através de relações pessoais, e não à distancia.

Nesse momento, os pais exercem papel fundamental na educação dos filhos em relação ao mundo idealizado do computador. Crianças menores de 10 anos não devem navegar sozinhas. O ideal é que os menores estejam sempre acompanhados de um adulto para orientação do certo e do errado.

Não que a Internet seja um bicho-papão. Ao contrário. A garotada da fase pré-escolar pode usufruir a diversidade de sons, imagens e cores que a Internet proporciona. Sempre esteja com a criança mostrando fotos da família, visitando sites infantis e já ensinando regras de segurança como o de não passar seu nome para alguém ou site que peça qualquer tipo de informação pessoal. Incentive a chamá-lo quando algo diferente acontecer.

Fases - Aos 6 anos, a criança já quer explorar o computador sozinho e experimentar suas novas habilidades como leitura e atividades motoras. Existem páginas feitas especialmente para o público infantil, com ferramentas de pesquisa próprias para a idade. Nunca deixe de monitorar e ajudar.

As crianças de 7 ou 8 anos geralmente despertam o interesse pelas salas de bate papo ou por sites que seus amigos navegam. Permita que tenha um endereço de email compartilhado com a família, ensine a consultá-lo antes de fazer algum download ou fornecer qualquer tipo de informação. Nesta idade é bom fazer em conjunto com a criança uma lista de regras de uso da Internet e deixar do lado do computador.

Esta lista deve conter alguns itens importantes, tais como o que seus filhos podem fazer na Internet e quanto tempo ficar, como proteger senhas e informações pessoais, como agir em salas de bate papo e com pessoas que o incomodarem. Se a criança tiver alguma dúvida, é importante conversar com os pais e não encontrar pessoas que conheçam na Internet sem permissão deles.

Proteção dos pais - Mantenha o computador conectado à Internet em um local de uso comum na casa para que você possa supervisionar com facilidade as atividades online de seus filhos e compartilhar dessa experiência com eles.

Além do acompanhamento dos pais, existem ferramentas de filtragens que barram o acesso das crianças a sites proibidos cadastrados e atualizados pelo fornecedor do software e também pelos pais.

Dessa forma, as crianças aprenderão a lidar de maneira concreta com o que é mau sem deixar de saber que existem sites de pornografia, drogas ou violência. Serão crianças bem seletivas e não se deixarão levar pelas oportunidades falsas.

Mostrar o grande volume de informações disponíveis com o clique de um botão é possibilitar a absorção de conhecimento adequado pela criança, mas sempre com a participação dos pais. O mundo virtual deve fazer parte da vida da família assim como o mundo real.

Bruno Rodrigues – Guia do Bebê

Choro na escola: isso é normal?

Choro na escola: isso é normal?

 

MUITAS VEZES SIM, POIS É UM PERÍODO DE ADAPTAÇÃO AO NOVO AMBIENTE.

No primeiro dia de aula, algumas crianças estão felizes por reencontrarem os amiguinhos e outras choram por terem que deixar os pais. Muitas delas se vêem, pela primeira vez, sozinhas, longe da família e isso resulta em choro. Aos pais, cabe a missão de enfrentar o momento de separação de forma madura.

SINAIS DOS TEMPOS

Antigamente as crianças se beneficiavam do contato frequente com outras crianças desde cedo, pois as famílias eram maiores. Assim, os filhos se acostumavam a dividir seus espaços e os pais partilhavam preocupações com outros parentes. “Uma mãe por mais disponível que seja, não pode substituir amiguinhos, irmãos ou primos.

Educar não é uma tarefa para uma só pessoa e nem mesmo para um casal apenas. Aí entra a escola com seu papel socializador, porque é nela que os pais vão encontrar interlocutores para dividir suas incertezas e partilhar suas convicções. É nela que a criança vai encontrar parceiros estáveis para brincar e partilhar descobertas”.

COMO ENFRENTAR O CHORO SEM SOFRER

No período de adaptação, não tem problema telefonar para a escola e perguntar se seu filho está bem.

CHORAR NÃO FAZ MAL

Os pais precisam demonstrar segurança ao deixarem a criança no novo ambiente, pois ela ainda não tem noção de sua capacidade de enfrentar situações novas.

O choro é a forma de a criança manifestar essa insegurança. Quanto mais os pais confiarem na capacidade do filho vencer desafios, mais facilmente passará por essa etapa, que se constituirá num momento de mudança.

Se o choro persiste quando a criança se separa dos pais na porta da escola, pode ser simplesmente um indicativo de que a rotina não foi incorporada. Uma vez que o pai ou a mãe se despeçam com a convicção de que o filho pode ficar bem, o choro diminui e desaparece tão logo eles se afastam.

Material escolar bem arrumadinho

Material escolar bem arrumadinho

Mostrar o valor do material é importante para que a criança desenvolva uma responsabilidade em relação ao que usa.

Na volta às aulas, a correria de pais e filhos envolve, entre outras coisas, reorganizar mochila, lancheira e cadernos. É hora de reforçar para o seu filho a importância de cuidar do material durante o ano. "Antes do início do ano letivo, uma atividade gostosa, que une pais e filhos e mostra a importância de cuidar bem do material, é etiquetar todos os objetos em família".

Outra providência fundamental neste começo de ano é organizar o cantinho de estudo da criança em casa, que também deve ter os materiais necessários para que ela faça a lição de casa e pesquisas em paz. "É imprescindível que a criança tenha um espaço próprio para estudar. Ali, ela deve se sentir confortável e motivada", defende a pedagoga Liliana Francischini, que dá aulas na Educação Infantil de um colégio particular da capital paulista.

No cuidado com os materiais, a palavra de ordem é responsabilidade. "Mostrar o valor do material é importante para que a criança desenvolva uma responsabilidade em relação ao que usa em casa e na escola".

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